Os principais serão na próxima segunda-feira, 07, junto com profissionais da rede estadual, também em greve, e no dia 15, dia do professor, para o qual foi convocada marcha em defesa da educação pública. Eles querem a revogação do plano de cargos e salários aprovado terça-feira, 01, na Câmara, o abono dos dias de greve, a não reposição de aulas em janeiro, e a saída da secretária de Educação Cláudia Costin. Segundo a categoria, 80% dos professores estão parados. A secretaria ainda não divulgou o porcentual oficial da adesão à greve.


