O acusado nega participação no homicídio, mas testemunhas o apontaram como um dos homens que estavam no carro usado no assassinato. O veículo pertence a outro acusado, João Augusto Teixeira, que está foragido.
Souza vinha trabalhando como frentista num posto de combustível em Boituva, cidade da região, e foi reconhecido por uma pessoa que viu fotos dos suspeitos divulgadas pela polícia. De acordo com a Polícia Civil, ele estava com a prisão temporária decretada e era procurado. O suspeito tinha antecedentes por tráfico de drogas.
O parente de Temer foi morto após sair de sua empresa, uma locadora de máquinas. Seu carro foi seguido por outro veículo cujos ocupantes fizeram disparos. Um tiro o atingiu na axila. A causa da morte seria uma dívida contraída com João Augusto pela compra de um óculos de sol.

