O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), negou nesta quinta-feira (7) ter negociado a votação de projetos em troca da desocupação do plenário da Casa.
A oposição, aliada de Jair Bolsonaro, encerrou um protesto que durou quase dois dias contra a prisão domiciliar do ex-presidente, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Motta afirmou que irá tomar providências em relação aos parlamentares que impediram a realização de sessões.
O movimento da oposição buscava pressionar a discussão de pautas como a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro e o fim do foro privilegiado, o que acabou travando o funcionamento da Câmara.


