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Postagens sobre criança grávida após estupro devem ser tiradas da web

Determinação judicial

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Postagens sobre criança grávida após estupro devem ser tiradas da web
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A Justiça do Espírito Santo determinou que Twitter, Facebook e YouTube (Google Brasil) retirem do ar em até 24 horas publicações que contenham informações sobre a menina capixaba de dez anos de idade que engravidou após ser estuprada pelo próprio tio.

"Em nota, o Twitter afirmou que tem regras que determinam os comportamentos e conteúdos permitidos na plataforma, e violações a essas regras estão sujeitas às medidas cabíveis". Também disse que não comenta "casos específicos", mas "coopera com as autoridades competentes em observância à legislação brasileira. Essa postura decorre do compromisso com as leis locais e o respeito às ordens e requisições que nos são destinadas.

De acordo com a Folha de São Paulo, a Defensoria Pública do Espírito Santo  indicou os links que considerou que colocavam em risco a menina e sua família. As publicações da extremista Sara Giromini, mais conhecida como Sara Winter, sobre a divulgação do nome da vítima e informações sobre a realização do aborto também devem ser tirados do ar. A decisão foi dada pelo juiz plantonista da 5ª região do Espírito Santo, Samuel Miranda Gonçalves Soares.

O Facebook e Google ainda não se posicionaram sobre o assunto.

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