Após a prisão de três suspeitos de pertencerem a uma célula do Hezbollah no Brasil, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo decidiu reforçar o policiamento nas comunidades israelenses e palestinas no estado.
Policiais militares estão nessas comunidades e realizam o patrulhamento ostensivo constante nas ruas, áreas residenciais e comerciais. Na última semana, a Polícia Federal descobriu um suposto plano do grupo extremista para atacar judeus-israelenses no país.
Os ataques seriam coordenados por um grupo de brasileiros que teria sido recrutado recentemente pelo Hezbollah, grupo extremista de origem libanesa que apoia o Hamas na guerra contra Israel.
A decisão de redobrar a segurança também se deve ao aumento de quase 1000% no número de denúncias registradas envolvendo casos de discriminação, preconceito e islamofobia no estado. Um casal chegou a ser atacado aos gritos de “terroristas” e “Hamas”, na região central de São Paulo, no final de outubro.

