A Polícia Civil já havia sido alertada sobre o comportamento suspeito do aluno, de 13 anos, que matou a facadas uma professora e feriu outras cinco pessoas dentro da Escola Estadual Thomazia Montoro, em São Paulo, nesta segunda-feira (27).
Há um mês, uma funcionária da Escola Estadual José Roberto Pacheco - onde o adolescente estudava antes de ser transferido para o colégio onde o ataque ocorreu - registou um Boletim de Ocorrência após ver publicações comprometedoras nas redes sociais do aluno.
Entre as publicações estão gravações dele com uma arma de fogo simulando ataques. Na denúncia consta ainda que ele encaminhou mensagens e fotos de armas para alunos através do WhatsApp, e alguns pais estavam se sentiam amedrontados com o conteúdo. Na época a polícia intimou os pais do estudante e deu prazo de seis meses para realizar investigações.
Após o ataque, o aluno foi apreendido em flagrante e encaminhado à delegacia e depois liberado. Sobre o depoimento, a polícia disse que o adolescente foi "frio" e não demonstrou emoção.
Na casa dele foram apreendidas máscaras, uma arma de airsoft e as anotações premeditando o ataque. As publicações nas redes sociais dele também serão inspecionadas pela investigação.

