A Polícia Civil de Minas Gerais informou, nesta sexta-feira (3), que o pastor Lúcio Barreto Júnior, 52, que afirmou ter beijado a própria filha na boca, será investigado pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente em Belo Horizonte.
O pastor, também conhecido como Lucinho Barreto, aparece em um vídeo em que afirma ter beijado a filha na boca. O vídeo viralizou nas redes sociais e levantou questionamentos acerca de possível incitação à violência sexual e incesto.
"Eu peguei minha filha um dia, dei um beijo nela, falei que amava ela. Ela passava e eu dizia: Nossa, que mulherão. Ai se eu te pego. Um dia ela se distraiu e eu dei um beijo na boca dela. E eu falei assim: Quando eu encontrar seu namorado eu vou falar: Você é o segundo, eu já beijei", disse Lucinho durante um culto.
O pastor se manifestou após a repercussão negativa de sua alegação. Segundo ele, o beijo foi “inocente e puro”, que seria para levantar a autoestima da filha. “Não foi nada além disso, odeio tudo que tem a ver com pedofilia e abuso infantil”, disse.

