Os trabalhos começaram por volta das 10 horas, na represa do Laboriaux. A represa, com seis metros de profundidade, foi esvaziada há dois dias, a pedido da Polícia Civil. O trabalho no local foi suspenso, após uma hora de busca. Os policiais e bombeiros seguem agora para uma segunda represa, localizada na Dioneia. As duas represas foram citados por testemunhas do inquérito da DH como possíveis locais de ocultação do cadável do Amarildo.
O pedreiro está desaparecido desde a noite de 14 de julho, quando foi conduzido por PMs de sua casa, na Rua Dois, à sede da Unidade de Polícia Pacificadora, no Portão Vermelho. Dez policiais da UPP da Rocinha estão presos preventivamente há uma semana, acusados de tortura seguida de morte e ocultação do cadáver de Amarildo.

