A morte da engenheira Júlia Moraes Ferro, de 29 anos, após uma cirurgia plástica está sendo investigada pela Polícia Civil de Minas Gerais.
Júlia colocou prótese de silicone nos seios e passou por uma lipoaspiração no abdômen no dia 8 de abril, mas no último dia 22, "com quadro irreversível, tendo evoluído para a morte encefálica".
A família questiona a motivação para a Júlia não poder ter acompanhante após a cirurgia e registraram o caso na Delegacia de Homicídios.
A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Minas Gerais (SBCP-MG), o cirurgião responsável pelo procedimento é habilitado, "tendo cumprido todas as etapas de formação e possui Registro junto ao Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG) e título de especialista em Cirurgia Plásticas".



