O policial militar Giovane Gaspar da Silva, que participou da morte de João Alberto Silveira, o Beto, na unidade do Carrefour de Porto Alegre, deve ser desligado da polícia nos próximos dias.
A corporação já abriu o Procedimento Administrativo Disciplinar que pede a saída dele do quadro funcional. Nesta segunda-feira (23), o advogado dele falou sobre o assunto e disse que quer apenas garantir um julgamento justo para o cliente e apresentou a versão dele dos fatos.
Giovane teria dito que foi chamado para atender o caso e que ao chegar e tentar abordar João, teria sido agredido por ele sem motivo algum. Ele também afirmou que a vítima estava bastante alterada e parecia estar sob o efeito de drogas.
Ele detalhou que na tentativa de conter o descontrole de Beto ele acabou vindo à óbito, mas que em nenhum momento teve a intenção de matá-lo. O PM segue preso no Presídio Policial Militar e enquanto isso, o advogado tenta conseguir que ele responda o processo em liberdade.



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