Em duas manifestações a PM lançou gás lacrimogêneo na porta de hospitais (no Hospital Estadual Souza Aguiar, em 20 de junho, e na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em 11 de julho). Nessas ocasiões, o gás invadiu essas unidades e causou incômodo a pacientes e funcionários. A PM alega que, no caso mais recente, usou as bombas para impedir que manifestantes invadissem o hospital.
Policiais do Batalhão de Choque e de áreas onde os protestos são mais comuns, como a região central, serão submetidos a um curso de capacitação promovido pela Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos.

