A operação originou-se em 2010, a partir da apreensão de R$ 3.048.200,00 em cédulas falsas de R$ 50,00. As cédulas estavam escondidas no interior de um veículo furtado e clonado em um sítio às margens de uma represa na cidade de Candeias do Jamari/RO.
Segundo informações das autoridades, a quadrilha era especializada na falsificação de cédulas e em diversos outros tipos de fraudes, entre as quais falsificação documental.
Portando documentos falsos, os integrantes da quadrilha abriam contas em bancos, criavam empresas "fantasmas", obtinham financiamentos, aplicavam vários golpes e efetuavam compras no comércio em geral. O montante amealhado pelo grupo com os crimes ainda não foi precisamente identificado, mas atinge cifras milionárias.
A organização também atuava em outros ramos. Advogados integrantes do grupo ingressavam com ações na Justiça Federal, Justiça Estadual e Justiça do Trabalho, com a apresentação de documentos falsos, clientes "fantasmas" e induziam ao erro a estrutura judiciária. Instituições como a Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Receita Federal, Institutos de Identificação, DETRAN, Instituições Financeiras, Junta Comercial e Cartórios foram atingidas pelas falsificações.


