O pesquisador Marcelo Zelic morreu, nesta segunda-feira (8), aos 59 anos, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ele defendia os direitos dos povos indígenas e era vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo, além de coordenador do Projeto Armazém Memória.
A filha de Zelic publicou um texto e destacou o legado do pai. “Ele trabalhou de domingo a domingo para colocar no ar centenas de milhares de documentos que pertencem à história dos nossos povos. Achou arquivos que ninguém antes tinha visto e, com isso, fez transformações importantes na nossa democracia. Lutou e enfiou muitos dedos na ferida para que se fizesse justiça, reparação e não repetição. Se rodeou de muita gente, entre indígenas e não indígenas, todos lutadores.”



