Manaus/Am – Declarações do pesquisador Paulo Storani a um jornal sulista alertam sobre uma possível reação forte do PCC no Norte do Brasil por causa da importância estratégica da região enquanto rota da cocaína do Peru para a Amazônia brasileira.
Mestre em antropologia social pela Universidade Federal Fluminense e ex-integrante do Batalhão de Operações Especiais (Bope) do Rio, o pesquisador diz que a organização criminosa dificilmente aceitará o revés sofrido com a matança de domingo passado em Manaus.
“O PCC funciona como uma grande franquia, que precisa manter o controle do mercado, da origem à distribuição. Vencer é eliminar a concorrência. E ali há uma relevância estratégica, é uma grande porta de entrada da droga”, afirmou Paulo.
