A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou na manhã de hoje (15), uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão contra um médico e a proprietária da clínica onde foi realizado o procedimento estético que levou à morte da funkeira MC Atrevida.
Fernanda Rodrigues, a MC Atrevida se submeteu a uma hidrolipo e tirou gordura da costa para exertar nas nádegas, ela morreu passou mal horas depois do procedimento e morreu.
No decorrer das investigações, a polícia descobriu que Wania Tavares, dona da clínica, não tinha formação para exercer a medicina, nem para realizar estes tipos de procedimentos. O médico Wilson Ernest Garlaza, 77, também foi responsabilizado pela morte da cantora.
Os agentes descobriram ainda que até um eletricista e motorista de aplicativo participava das cirurgias no local. Ele foi orientado por Wania a destruir provas e modificar a clínica para ocultar indícios criminosos.
Ele também vai responder por exercício ilegal da medicina. Wania teve a prisão preventiva pedida e o médico, a prisão domiciliar, mas elas ainda não foram autorizadas. Hoje a polícia cumpre apenas mandados de busca e apreensão, a clínica de Wania segue interditada.

