O presidente do PSC, Pastor Everaldo teve a prisão temporária convertida para prisão preventiva após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta sexta-feira (03). A polícia investiga atos de corrupção em contratos públicos do governo do Rio de Janeiro, o que levou o afastamento do governador fluminense Wilson Witzel, por 180 dias.
De acordo com a Agência Brasil, a defesa do pastor alega que ele “está sendo alvo de uma delação mentirosa.” O comunicado descreve que “o Pastor reafirma sua inocência, confiança na Justiça e fé em Deus.” Para o PSC, a prisão “é desnecessária” e o Pastor Everaldo, é “um cidadão que sempre esteve à disposição das autoridades.” O partido alerta que “a criminalização da política fragiliza a democracia.”
Na última quinta-feira (3), o STJ também transformou em preventiva a prisão do empresário José Carlos Melo, apontado como suposto integrante da organização acusada de desvios em contratos de prestação de serviço e fornecimento junto ao governo do Rio.
