A Polícia Civil ainda não identificou nenhum dos pelo menos dez assaltantes que roubaram joias e relógios, causaram pânico no shopping e mataram o segurança com um tiro no rosto, mas tenta elucidar o crime por meio de depoimentos, imagens das câmeras de segurança e de amostras de sangue colhidas na joalheria - um dos criminosos se feriu ao quebrar o vidro da vitrine e gotas de sangue ficaram no local.
A Delegacia de Homicídios também investiga se os assaltantes são todos do Rio. Em 2019, uma unidade da mesma joalheria, em Ipanema (zona sul), foi assaltada, um acusado foi preso e confessou ter recrutado criminosos do Pará para a ação. Os três assaltantes que estiveram em uma cafeteria na frente da joalheria, antes de praticar o assalto, têm sotaque carioca, segundo funcionários que tiveram contato com eles.
Peritos recolheram mais de 40 resquícios de munição na joalheria e nos arredores, e até um martelo usado pelo bando para quebrar a vitrine. Segundo a polícia, os criminosos fugiram em pelo menos oito motos.


