A Capitania dos Portos do Amazonas deverá divulgar nota na quinta-feira, 6, para dar detalhes do acidente no Rio Negro, que já estaria controlado. Antes mesmo que a informação sobre o vazamento na Transpetro chegasse a Brasília, o governo montava uma força tarefa para impedir que o rompimento do oleoduto da Petroecuador, na amazônia equatoriana, atingisse as águas do Rio Solimões, no Estado do Amazonas.
A embaixada brasileira em Quito foi informada pela empresa que 6.800 barris de óleo vazaram de uma tubulação, nas margens do Napo, afluente do Solimões, após a queda de uma barreira durante as chuvas que atingiram o País no último dia 31.
Na noite desta quarta-feira, 5, representantes da Marinha, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Petrobras avaliavam, no Rio, medidas para conter a entrada da mancha de óleo na parte brasileira da bacia amazônica.

