O Ministério Público do Trabalho (MPT) pediu, nesta quinta-feira (29), que o ex-presidente da Caixa, Pedro Guimarães, seja condenado por assédio sexual e moral e que ele pague uma multa de R$ 30,5 milhões pelos danos causados às mulheres que o acusam.
Segundo o MPT, o valor deve ser revertido a um fundo destinado à proteção dos direitos dos trabalhadores.
Também foi solicitado a condenação dos integrantes do conselho de administração da Caixa na gestão de Guimarães a pagar R$ 3 milhões por "omissão de cada um em fiscalizar" os atos do ex-presidente da Caixa.
O MPT também pede a condenação da Caixa pela omissão na investigação dos atos de Guimarães, a pagar R$ 305,4 mil "a título de reparação pelos danos morais coletivos já causados pela prática assédio sexual, assédio moral e discriminação".
Conforme o documento, a média anual de afastamento por enfermidades dessa natureza passou a ser de 354 funcionários por ano. Antes de Guimarães, a média de afastamento médicos mentais era de 277 por ano.



