Após o acidente em São Mateus, o órgão iniciou uma investigação sobre a empresa e descobriu problemas na construção em Santo Amaro. "Foram constatadas diversas irregularidades na obra, em razão do não atendimento das normas regulamentares em saúde e segurança", afirma nota do órgão. Segundo o MPT, não havia prevenção contra incêndio, quedas e choques elétricos. Funcionários da obra confirmaram a existência de riscos e disseram que a empresa não honra compromissos trabalhistas.
Além de embargar a obra, o MPT interditou o alojamento onde 40 dos 66 funcionários da empresa viviam. Segundo o Ministério, as condições do alojamento eram degradantes. Ainda de acordo com a decisão judicial, a empresa fica obrigada a cobrir as despesas de estadia e alimentação dos trabalhadores.



