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MPF vai apurar conduta de procurador que defende 'obrigação sexual' das mulheres

MPF vai apurar conduta de procurador que defende 'obrigação sexual' das mulheres
MPF vai apurar conduta de procurador que defende 'obrigação sexual' das mulheres

A conduta do procurador da República Anderson Santos, que atua no MPF, em São Paulo, será apurada através de um procedimento disciplinar que foi determinado pela corregedora-geral do Ministério Público Federal, Célia Regina Delgado, nesta quarta-feira (20). Anderson associou feminismo a um transtorno mental e disse que a mulher teria "obrigação sexual" a cumprir em relação ao parceiro.

A portaria para a apuração do caso deve ser publicada ainda nesta quinta-feira (21). Dependendo do que for concluído na investigação, o procurador ficará sujeito a advertência, censura, suspensão ou demissão. Mas independente do que for decidido, o procurador ainda pode prestar esclarecimentos dos fatos.

Para alguns procuradores do MPF, as mensagens de Santos se legitimaria "estupro matrimonial", mas ele negou ter defendido o estupro, e alegou que pretendia levantar o debate sobre a monogamia e a criminalização do adultério.

 

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