Autor de livros sobre música e religião, Horta era colunista do jornal "O Globo", onde também exerceu as funções de crítico de música e editorialista. Antes, havia trabalhado por 26 anos no "Jornal do Brasil" (entre 1964 e 1990) e por um ano no "Correio da Manhã" (entre 1963 e 1964). Em 1962, Horta chegou a iniciar o curso de Direito na PUC-RJ, mas abandonou a faculdade.
Em 1986, Horta fundou e dirigiu a seção de música do Museu de Arte Moderna do Rio. Também ligado à religião, entre 2000 e 2001 o acadêmico dirigiu um grupo de estudos bíblicos no Centro Loyola, da PUC-RJ. Foi membro do Conselho de Desenvolvimento da PUC-RJ e da Comissão Cultural da Arquidiocese do Rio.
O primeiro livro de Horta foi "Caderno de música", publicado em 1983. Depois publicou "Sete noites com os clássicos" e "Sagrado e profano", entre outros. Sua última obra foi "A Bíblia: Um diário de leitura", lançada em 2011. O escritor foi eleito para a ABL em 21 de agosto de 2008, sucedendo Zélia Gattai.
Em 2000 Horta recebeu o Prêmio Padre Ávila de Ética no Jornalismo, concedido pela PUC-RJ, e em 2010 foi agraciado com a Medalha do Inconfidente, pelo governo de Minas Gerais.



