O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido de um grupo de advogados, para que suspendesse a posse de 11 deputados federais, que segundo eles, teriam ligação com ataque às sedes do Três Poderes, ocorridos no último dia 8 de janeiro em Brasília.
Os alvos do pedido são os deputados André Fernandes (PL-CE), Carlos Jordy (PL-RJ), João Henrique Catan (PL-MS), Luiz Ovando (PP-MS), Marcos Pollon (PL-MS), Nikolas Ferreira (PL-MG), Rodolfo Nogueira (PL-MS), Rafael Tavares (PRTB- MS), Sargento Rodrigues (PL-MG), Silvia Waiãpi (PL-AP) e Walber Virgolino (PL-PB).
Os advogados afirmam que os deputados bolsonaristas incitaram o ataque por meio das redes sociais, contudo, Moraes não vê a necessidade de tal medida.
“Conforme destacado pela PGR, até o presente momento não há justa causa para instauração de investigação em relação aos demais deputados federais diplomados e que não estão sendo investigados nos Inquéritos instaurados nesse Supremo Tribunal Federal (INQ 4918 e INQ 4919)”, diz Moraes.
O ministro, porém, sinalizou que o Conselho de Ética pode apurar a conduta dos deputados.



