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Ministro do STF determina que CNJ reabra análise sobre juiz do caso Mari Ferrer

Ministro do STF determina que CNJ reabra análise sobre juiz do caso Mari Ferrer
Ministro do STF determina que CNJ reabra análise sobre juiz do caso Mari Ferrer

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reabra a análise sobre o juiz Rudson Marcos, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, responsável pelo julgamento em primeira instância do Caso Mariana Ferrer.

Anteriormente, o procedimento tinha sido arquivado. Rudson Marcos era alvo de uma representação da União Brasileira de Mulheres (UBM), que o acusava de assédio judicial contra famosos, influenciadores e usuários anônimos da internet. 

Rudson processou pessoas que compartilharam a hashtag #estuproculposo durante a repercussão do processo sobre Mari Ferrer. A jovem tentou provar que foi dopada e estuprada em 2018 quando trabalhava em um clube de luxo em Florianópolis. O acusado era o empresário André de Camargo Aranha. 

Aranha foi absolvido da acusação, e a decisão da Justiça acabou gerando um movimento nas redes sociais com a tag #estuproculposo -  expressão citada no julgamento para indicar que não houve dolo (intenção) do crime apontado. 

Com isso, Rudson começou a processar todos que estavam compartilhando o termo, e a UBM decidiu acionar o CNJ acerca do caso. Em 2024 Luis Felipe Salomão determinou a abertura de um procedimento contra o juiz, porém o caso foi arquivado após Rudson desistir de todos os processos que haviam sido abertos. 

A UBM entrou com recurso administrativo contra o arquivamento, cujo prosseguimento foi negado pelo conselheiro Mauro Campbell. A UBM argumentou que “Rudson Marcos busca utilizar o Poder Judiciário para silenciar e cercar esse movimento de luta por direitos”.

Humilhação em audiência - O caso de Mariana Ferrer repercutiu após a jovem ser humilhada pelo advogado de defesa Cláudio Gastão da Rosa Filho durante audiência. O juiz Rudson Marcos foi acusado de ser omisso por não intervir nas acusações e ofensas feitas pelo advogado contra a vítima. Relembre:

 

 

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