A pequena Maria Clara Calixto, de apenas 5 anos, que foi jogada em uma caixa supostamente pelo padrasto Cássio Martins, após ter sido estrangulada e abusada, já havia relatado para a avó materna, dias antes do crime, que estava com dificuldades para urinar.
Ilza Nascimento, de 68 anos, contou ao UOL, que a neta reclamou de dores: Ela disse: 'Vovó, eu tô dodói. Vou fazer xixi e dói’, dizia a pequena. A avó disse que avisou para a filha, Franciele Nascimento, sobre a situação.
A Polícia Civil confirmou que encontrou material genético no corpo da menina. Peritos forenses fizeram a coleta, que segue para análise. A intenção é confirmar quando o abuso sexual aconteceu.
Cássio já tinha passagem na polícia pelo estupro de uma outra enteada, de 9 anos. O abuso foi confirmado e ele permanecia respondendo em liberdade.



