BRASÍLIA — Confirmado extra-oficialmente por auxiliares do presidente ao longo de todo esta quarta-feira como o novo ministro da , o deputado (PMDB-MS) disse que ainda não foi convidado para o cargo, atualmente ocupado pelo tucano . Ele veio ao Palácio do Planalto participar da cerimônia de posse de Alexandre Baldy, que assume o ministério das Cidades.
— Vim para a posse do meu colega Baldy. Eu não recebi ainda um convite oficial do presidente Michel Temer. Cabe a ele decidir se eu vou ser ministro, se for o caso, e quando isso vai acontecer. Vou acompanhar e continuar desempenhando minhas funções de deputado federal — disse, aparentando certo desconforto.
No Planalto, e que sua posse seria na tarde desta quarta-feira, junto com a posse de Baldy. Antes da cerimônia começar, no entanto, .
Marun afirmou que não está decepcionado com Temer, de quem é um dos mais fiéis defensores no Congresso. Ele é relator da CPI da JBS, onde reitera o discurso do governo de que Temer foi vítima de uma armação do dono da JBS e o Ministério Público para derrubá-lo.
Perguntado se esse aparente recuo de Temer com relação à sua indicação para o ministério abala sua relação com o governo, foi categórico:
— De jeito nenhum. Ao contrário. Tenho absoluta convicção de que a reforma da Previdência é necessária e estou engajado nesse processo, como sempre estive.

