A estrutura, fundeada na Bacia da Campos, a mais de 200 quilômetros de Macaé (RJ), foi liberada depois de uma varredura detalhada nas instalações. O alerta levou o Comando da Marinha a deslocar para o local três embarcações (navio patrulha Oceânico Amazonas, a corveta Barroso e o navio patrulha Gurupá ) e dois helicópteros UH-14 e UH-15.
A Marinha assumiu o controle da plataforma na madrugada, em operação que envolveu 300 militares, até mesmo dois Grupos Especiais de Retomada e Resgate de Mergulhadores de Combate (Gerr-MEC), equipes de Fuzileiros Navais e da Força de Fuzileiros da Esquadra, além de agentes da Polícia Federal (PF) e da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (Core).
"A MB está preparada para defender as plataformas petrolíferas, estando de prontidão para responder às possíveis ameaças. Este episódio evidencia a importância de uma Marinha bem-equipada para garantir os interesses do Brasil no mar, naquilo que chamamos Amazônia Azul", afirmou a Marinha, em nota. A Chevron, majoritária no campo, não divulgou, até o meio da tarde, informações sobre a retomada de operações.


