O caseiro chegou a ser indiciado pela polícia, mas, por determinação da Justiça, foi retirado do caso - foram citados como réus o proprietário da motoaquática e padrinho do adolescente de 13 anos que pilotava a embarcação, o empresário José Augusto Cardoso Filho, que mora em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo; o dono da mecânica onde o veículo foi revisado, Thiago Veloso Lins, e o mecânico do estabelecimento Aílton Bispo de Oliveira. Posteriormente, denúncia feita pelo Ministério Público (MP), que recorreu da decisão, apontou o caseiro como um dos responsáveis pela morte de Grazielly, uma vez que foi ele quem empurrou a motoaquática até a beira da água para que o adolescente pudesse pilotar o equipamento.
