Antes do ataque, cerca de 200 pessoas protestavam, desde as 9h, contra a demora na construção de moradias das pessoas retiradas do bairro. De acordo com a coordenação do movimento, o incêndio foi provocado por um grupo isolado que não faz parte das manifestações. O fogo, que foi contido pelo Corpo de Bombeiros, não deixou feridos.
Para o advogado do movimento, Toninho Ferreira, "os governos estão enrolando e tratando com descaso um problema grave que eles mesmos criaram".
A Secretaria Estadual de Habitação paga auxílio-aluguel para as famílias despejadas e ainda não há prazo para construção e entrega das casas para o grupo. Em nota, a Selecta, empresa responsável pela área, lamentou os atos criminosos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .
