Segundo contagem da Polícia Militar, o ato reúne cerca de 2.000 pessoas. O tenente-coronel Wagner Rodrigues, responsável pelo policiamento, afirmou que a PM não deve usar balas de borracha para coibir eventuais atos de vandalismo na manifestação. Um helicóptero Águia da PM iria acompanhar toda a passeata. A PM destacou uma equipe para filmar a manifestação e acompanhar o comportamento dos manifestantes. Apesar da presença de policiais, alguns lojistas optaram por baixar as portas.
Nos comprometemos a fazer um protesto pacífico", disse Nina Campello, integrante do Passe Livre. O tenente-coronel Wagner disse que policiais infiltrados identificaram que cerca de 100 manifestantes apresentavam características de black blocs: roupas pretas e máscaras. Apesar disso, o oficial disse que a manifestação tem caráter mais heterogêneo e popular que as demais, com uma predominância menor de jovens.
O ato será o último da chamada "Semana de Luta por transporte Público", promovida também pelo MPL em São Paulo. Durante a semana, atos na Estrada do M´Boi Mirim, no Grajaú e no Campo Limpo organizados pelos moradores dessas regiões chamaram atenção para o descontentamento com o transporte público. Uma das reclamações foi o cancelamento de diversas linhas de ônibus que ligam os bairros ao centro.
Além da manifestação de São Paulo, estão previstos atos no Distrito Federal (DF), em Joinville (SC) e em Natal (RN), organizados pelo Facebook.

