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Maluf segue internado em SP com broncopneumonia e trombose

SÃO PAULO — Neste sábado, ele passou por exames que constataram uma “broncopneumonia em fase de regressão”, diz nota do hospital. Segundo as informações divulgadas, ele está também com anemia ferropriva e imunodeprimido, “o que levou ao aparecimento de uma candidíase esofágica”.

Os exames clínicos e de imagem “indicaram ainda uma trombose venosa do membro inferior esquerdo e um recrudescimento do câncer de próstata”.

Na última semana de março, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF),devido às suas condições de saúde.

Segundo a defesa de Maluf, a informação de internação foi protocolada na Vara de Execuções Penais da Comarca de São Paulo.

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, incluiu na pauta de julgamento do plenário na próxima quarta-feira o habeas corpus de Maluf. O plenário vai definir se mantém ou revoga sua prisão domiciliar.

No pedido de habeas corpus, os advogados de Maluf alegaram riscos de o deputado afastado ficar cego. Segundo a defesa, um relatório oftalmológico “aponta a possibilidade de perda total da visão do único olho funcional, caso não seja feito o devido tratamento que, encarcerado, o paciente não tem à sua disposição”. Também apontaram problemas cardíacos, câncer de próstata, diabetes e hérnia de disco.

Segundo a defesa de Maluf, a informação de internação foi protocolada na Vara de Execuções Penais da Comarca de São Paulo.

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, incluiu na pauta de julgamento do plenário na próxima quarta-feira o habeas corpus de Maluf. O plenário vai definir se mantém ou revoga sua prisão domiciliar. No pedido de habeas corpus, os advogados de Maluf alegaram riscos de o deputado afastado ficar cego. Segundo a defesa, um relatório oftalmológico "aponta a possibilidade de perda total da visão do único olho funcional, caso não seja feito o devido tratamento que, encarcerado, o paciente não tem à sua disposição". Também apontaram problemas cardíacos, câncer de próstata, diabetes e hérnia de disco.

O deputado afastado foi preso em dezembro do ano passado e chegou a ficar detido na Papuda, em Brasília. Ele foi condenado pelo Supremo a 7 anos e 9 meses de prisão, em maio de 2017, pelo crime de lavagem de dinheiro referente a atos praticados durante sua gestão à frente da prefeitura de São Paulo, entre 1993 e 1996. A condenação diz respeito à tentativa de ocultar dinheiro proveniente de um desvio de US$ 15 milhões na construção da avenida Água Espraiada na capital paulista.

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