O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu nesta sexta-feira (18) tornar réus os 6 acusados do brutal assassinato de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, asfixiado no Carrefour de Porto Alegre no dia 19 de novembro.
Giovanne Gaspar da Silva e Magno Braz Borges, continuam presos. No entanto, foi negado o pedido de prisão de Rafael Rezende e Kleiton Silva Santos, funcionários do supermercado, e de Paulo Francisco da Silva, segurança da empresa terceirizada Vector.
Conforme decisão da juíza Cristiane Busatto Zardo, da 2ª Vara do Júri de Porto Alegre, o trio desempenhou uma participação de menor importância no homicídio. Segundo um site do grupo Globo, eles responderão em liberdade por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, asfixia e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
Adriana Alves Dutra, fiscal do Carrefour, que acompanhou a cena do homicídio, teve a prisão temporária convertida em prisão domiciliar. A juíza entende que Adriana teve participação direta no assassinato, já que acompanha a ação e chama por rádio os outros agentes, podendo ter agido para impedir o crime, coisa que não fez.



