A 2ª Vara de Fazenda Pública da Capital suspendeu, nesta segunda-feira (1) o pagamento, de R$ 581 mil, do período de férias do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ), Domingos Brazão, um dos suspeitos de ser o mandante do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.
O pedido de suspensão foi solicitado pelo deputado federal Tarcísio Motta (PSOL). A decisão da Justiça foi por liminar, uma vez que o pagamento de R$ 581 mil seria efetuado a qualquer momento pelo TCE. O dinheiro em si correspondia ao período de férias não aproveitado pelo conselheiro, que na época estava afastado por suspeita de fraude e corrupção.
De acordo com o Jornal O Globo, a juíza Georgia Vasconcelos, em sua decisão proferida às 13h35 desta segunda-feira (1), determinou que o tribunal fosse intimado com urgência, "sob pena de responsabilização criminal".
Além de Domingos, o irmão dele, o deputado federal Chiquinho Brazão, também é acusado de ter matado Marielle. Ambos estão presos preventivamente desde o dia 24 de março.

