A suspensão da sessão legislativa havia sido determinada na sexta-feira, 11, pela juíza Roseli Nalin, da 5ª Vara da Fazenda Pública do Rio. Roseli concedeu uma liminar atendendo ao pedido de nove vereadores. Segundo eles, o projeto não foi discutido como deveria.
A sessão do dia 1º foi realizada sem a presença de público (conforme o presidente da Câmara, Jorge Felippe, por questão de segurança). Manifestantes tentaram entrar no plenário, mas foram impedidos, e houve tumulto e confronto com a Polícia Militar fora do prédio.
Na segunda-feira, 14, a Mesa Diretora da Câmara recorreu da decisão e nesta quarta, segundo a Casa, conseguiu decisão que restabelece a sessão e torna válido novamente o plano de cargos e salários. Ele é contestado pelos professores, em greve desde 8 de agosto, e também é o principal motivo dos protestos promovidos pela categoria.

