Após a morte de Bruno e Yan Barros da Silva, ocorrida ao furtarem carne no supermercado Atakadão Atakarejo em abril deste ano, a Justiça da Bahia determinou a prisão preventiva de 11, dos 13 suspeitos pela morte.
A informação foi divulgada nesta quinta-feira Ministério Público da Bahia. No entanto, no início da semana, o órgão ministerial chegou a pedir a prisão de todos os envolvidos.
Segundo o G1, foram presos o gerente-geral do Atakarejo do Nordeste de Amaralina, Agnaldo Santos de Assis e os prepostos da mesma loja, Cláudio Reis Novais e Cristiano Rebouças Simões.
Victor Juan Caetano Almeida, David de Oliveira Santos e Francisco Santos Menezes, Lucas dos Santos, João Paulo Souza Santos, Alex de Oliveira Santos, Janderson Luís Silva de Oliveira e Rafael Assis Amaro Nascimento.
A defesa de Cláudio Novaes disse que o cliente tem consciência da sua inocência e o mais breve possível tudo será esclarecido. Já a de David de Oliveira achou a medida “desnecessária”. A defesa de Victor Juan citou que ainda não teve acesso aos autos e a de Rafael Assis informou que o cliente não tem nada a ver com o fato.
A reportagem tenta contato com a defesa dos demais.
Yan e Bruno Barros foram encontrados mortos no dia 26 de abril, em Polêmica, em Salvador. De acordo com a Polícia Civil, eles foram torturados e baleados.
O crime foi tratado inicialmente como tráfico de drogas, mas a mãe de Yan, Elaine Costa Silva, revelou que ele foi morto após ter sido flagrado pelos seguranças do supermercado Atakarejo furtando carne no estabelecimento.



