"Ao inquérito encaminhado ao Ministério Público e à Justiça foram anexadas fotos que mostram Gabriel em várias situações: armado com pedaço de ferro na mão, em luta corporal com outros homens e também afrontando policiais militares a cavalo que faziam a proteção do prédio", diz a nota.
O administrador foi indiciado pelos crimes de lesão corporal, ameaça, dano ao patrimônio, incitação ao crime e formação de quadrilha. Segundo a Polícia Civil, na noite de sábado, 22, acompanhado de seis advogados, Gabriel prestou depoimento e disse que se envolveu em brigas para se defender.
A nota informa que este foi o sétimo pedido de prisão temporária negado pela Justiça desde quarta-feira, 19. O único pedido concedido foi o de Arthur dos Anjos Nunes, de 21 anos, por participação nos atos de vandalismo durante a manifestação de segunda-feira, 17. Ele teve a prisão decretada por formação de quadrilha e dano ao patrimônio depois de ser identificado quando, segundo a polícia, tentava invadir o prédio da Assembleia Legislativa.

