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Jungmann não vê necessidade de usar Exército em julgamento de Lula

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BRASÍLIA — O , Raul Jungmann, afirmou que não vê necessidade no uso das Forças Nacional e do em para auxiliar na segurança durante o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio da Silva pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (), marcado para o dia 24 de janeiro. Jungmann disse que a Brigada Militar — como a Política Militar do Rio Grande do Sul é chamada — é muito competente e experiente. Além disso, o ministro disse que cabe ao governador e não a um prefeito pedir a ajuda da Força Nacional, conforme o que determina a Constituição.

— Pessoalmente, não vejo necessidade para o emprego das Forças Armadas em Porto Alegre. Um prefeito não pode pedir o emprego das Forças Armadas, só o governador. E a Brigada gaúcha é experiente para lidar com isso — disse Jungmann.

. No Twitter, ele disse que líderes políticos "convocam uma invasão de Porto Alegre" e destacou que tomou esta iniciativa para "proteger o cidadão e o patrimônio público".

Desde que a data do julgamento foi determinada pelo Tribunal, o PT vem convocando a militância para comparecer a Porto Alegre como forma de pressionar as autoridades.

Nesta quinta-feira, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, criticou as declarações do prefeito. Gleisi também comentou decisão da Justiça Federal de Porto Alegre, que no final do ano passado acatou pedido do Ministério Público Federal (MPF) gaúcho e nas proximidades do tribunal. A medida já está em vigor e é válida até três dias após a decisão do Tribunal.

— Inacreditável ! É muito medo do povo. Primeiro, o MPF do RS e agora esse prefeito?!Força Nacional e Exército?! Quem está destruindo o patrimônio público e agredindo o cidadão é o governo golpista apoiado por vcs - disse a senadora na rede social.

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