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Juíza converte em preventiva prisão em flagrante de mãe que matou os filhos

Juíza converte em preventiva prisão em flagrante de mãe que matou os filhos
Juíza converte em preventiva prisão em flagrante de mãe que matou os filhos

Devido à gravidade do crime, a 2ª Vara Criminal de Guapimirim (RJ) negou o pedido de liberdade provisória e converteu em preventiva a prisão em flagrante de uma mulher indiciada pelas mortes de seus dois filhos, de três e seis anos.

Segundo a Conjur, a ré foi presa em flagrante após matar as crianças a facadas na sua casa. Ela também tentou se matar, ao cortar os pulsos e abrir os registros de botijão de gás e das bocas do fogão, mas foi socorrida pelos policiais e levada ao hospital.

Ela seria submetida à audiência de custódia, o que foi impossibilitado devido à hospitalização. Assim, a juíza Mariana Tavares Shu examinou a legalidade da prisão em flagrante e analisou o pedido de concessão de liberdade provisória apresentado pela Defensoria Pública.

Para a magistrada, o flagrante foi "formal e perfeito", e "não há nada que indique ilegalidade na prisão".

Segundo Shu, é "insuficiente qualquer fundamentação que tente explicar que a crueldade da conduta da custodiada, que matou seus dois filhos a facadas, indica a sua mais absoluta inadequação ao convívio social".

De acordo com a juíza, a conversão da prisão em flagrante em preventiva seria necessária para garantir a ordem pública, já que o crime poderia comprometer a segurança dos moradores da cidade e até da própria custodiada, que correria o risco de linchamento público.

Shu também ressaltou que a primariedade da ré não lhe confere o direito à liberdade. Além disso, não havia nenhuma comprovação de endereço fixo, e por isso a soltura poderia impedir sua posterior localização. 

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