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Joesley e Wesley Batista recorrem contra decisão que manteve prisão preventiva

BRASÍLIA — A defesa dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra decisão que manteve sua prisão preventiva. Eles querem que o ministro Gilmar Mendes, que negou o pedido, reconsidere sua decisão ou, ao menos, a leve para julgamento na Segunda Turma do STF.

A prisão foi decretada pelo juiz João Batista Gonçalves, da 6.ª Vara Criminal Federal em São Paulo, em razão da segunda fase da Operação Tendão de Aquiles, que apura o uso de informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro. Eles recorreram ao STF, onde Gilmar Mendes foi sorteado relator.

Na prática, caso consigam rever a decisão do juiz federal, apenas Wesley poderá ser solto. Isso porque há outra decisão, dessa vez do ministro Edson Fachin, do STF, também determinando a prisão preventiva de Joesley.

O ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, um dos delatados no acordo de colaboração da JBS, também recorreu ao STF. Mas o pedido dele é outro: quer que dois recursos apresentados anteriormente sejam julgados presencialmente pelo plenário do STF. O relator, ministro Ricardo Lewandowski, levou os casos para julgamento virtual, ou seja, cada ministro apresenta seu voto no sistema eletrônico da corte.

Rocha Loures não está preso, mas segue sob monitoramento eletrônico. Ele foi assessor do presidente Michel Temer e foi denunciado juntamente com o ex-chefe pela Procuradoria Geral da República (PGR).

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