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J&F deposita primeira parcela de acordo de leniência

BRASÍLIA — A , controladora da JBS, começou a pagar a multa do firmado com o Ministério Público Federal () no Distrito Federal. O total ultrapassará . No entanto, esse valor será pago parceladamente.

No dia 8 de novembro, a empresa fez o primeiro depósito em juízo, no valor de R$ 50 milhões. O dinheiro caiu na conta da 10ª Vara da Justiça Federal do DF. Pelo acordo, a holding a multa, de R$ 10,3 bilhões, será paga diretamente ao União, BNDES, Funcef, Petros, Caixa Econômica Federal, FGTS e a projetos sociais.

Segundo a assessoria do Ministério Público Federal, nesse primeiro pagamento, BNDES, Funcef, Petros e União devem receber cerca de R$ 8,4 milhões; Caixa e FGTS, R$ 2,4 milhões; e R$ 11 mil deve ser destinado à execução de projetos sociais.

“Nos pagamentos posteriores, o recurso será remetido diretamente às instituições, devendo a holding prestar contas do pagamento efetuado”, informou o MPF.

“Essa foi a primeira de cinco parcelas semestrais de R$ 50 milhões que devem ser pagas. Em seguida a essas cinco parcelas, outras 22 anuais devem cobrir o saldo devedor, com vencimento a partir de 1º de dezembro de 2020. Os valores previstos no acordo de leniência serão corrigidos pelo índice IPCA”, diz o texto.

A Justiça Federal em Brasília . Um mês, a Justiça havia suspendido os efeitos criminais, diante da incerteza sobre a delação premiada dos executivos do grupo proprietário da JBS, mas o juiz Vallisney de Souza Oliveira concordou com o argumento do MPF e da holding de que a suspensão do acordo na esfera penal poderia prejudicar investigações em curso. Vallisney revogou a decisão anterior da suspensão.

Enquanto isso, . O procedimento tem prazo de um ano e, por enquanto, não significa uma suspensão ou cancelamento dos efeitos legais da leniência.

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