Segundo o sindicato da Saúde, a paralisação atingiu de 30% a 50% do quadro de servidores. Os grevistas pedem reajuste salarial de 20%, vale-refeição de R$ 400,00, auxílio-creche de R$ 200,00 e contratação de mais funcionários. A greve ocorre no momento em que há filas para atendimento. No pronto-socorro central, por exemplo, dezenas de pessoas esperavam por atendimento. Na próxima terça-feira, 30, grevistas, secretaria estadual de Saúde e Ministério Público do Trabalho se reúnem para tentar pôr fim à paralisação.

