O grupo protesta também contra os gastos públicos no Campus Fidei, em Guaratiba, na zona oeste, área que receberia os últimos eventos da Jornada Mundial da Juventude e foi descartada por conta da lama causada pela chuva dos últimos dias. "E todo o dinheiro gasto em Guaratiba? Vai para onde? Foi para a lama", disse o vendedor Sérgio Murilo. Em um dos cartazes se lê "Chega de festa com o meu dinheiro".
A Polícia Militar não informou quantos policiais vão acompanhar o protesto. Segundo o tenente-coronel Cláudio Costa, comandante do 19º Batalhão da PM, será usado o mesmo esquema de policiamento adotado durante o protesto de quinta-feira, quando os policiais usaram coletes de identificação e circularam fardados por entre os manifestantes. "Outras jornadas também registraram manifestações. É natural que pessoas utilizem eventos desse porte para fazer seu protesto. Democracia é isso, e o objetivo é que a manifestação seja pacífica", disse o comandante.
Os manifestantes acreditam que o protesto desta sexta-feira não irá reunir muita gente, até pela dificuldade de chegar a Copacabana. Eles também não conseguirão chegar perto do palco onde o papa ficará, pois toda a orla já está tomada por peregrinos.
