As casas mais precárias, em geral palafitas, ficam em áreas alagadiças. "Traz rato, barata, mosquito. Meu neto recém-nascido teve de ir para casa de outro parente", diz a doméstica Izabel Santos, que vive no bairro de Canudos. Ela se queixa da falta de condições básicas.
Marituba, na Grande Belém, tem a mais elevada proporção de moradores em aglomerados subnormais do País inteiro: 77,2%. No Grande Recife, não há mais espaço para crescimento dos aglomerados. Dos 249.432 domicílios precários, 60% distribuem-se em 13 cidades. A situação é bem diferente da Grande Salvador: lá, 94,9% dos 290.488 domicílios ficam na capital.


