Ainda segundo a assessoria do Sion, o funcionário atuava no setor de manutenção e não estava a trabalho quando foi sacar dinheiro no banco. Outro funcionário ouviu o disparo e encontrou a vítima caída no chão. O colégio informou que esta segunda-feira não é dia de pagamento e que não havia crianças na porta no momento da ocorrência - as turmas da manhã saem às 12h. As aulas foram mantidas.
Um zelador de um condomínio na frente do local do crime, na Avenida Higienópolis , 846, disse que dois homens abordaram a vítima em uma moto e deram a ordem para entregar o dinheiro. O funcionário teria dito "pelo amor de Deus, não atira", mas um dos dois homens sacou a arma e o baleou no rosto, contou a testemunha, que não foi identificada por motivo de segurança. "Eu vi um homem atirando, pulando em cima da moto, e saindo", disse o zelador. "Nós paramos o trânsito para ele não ser atropelado. Corremos e vimos que ele não falava, não tinha pulso e sangrava muito."
De acordo com o zelador, a via foi interditada e uma das saídas da escola foi fechada para que os alunos não vissem a cena do crime. A testemunha afirma que não havia crianças no local no momento dos tiros, mas outras pessoas que trabalhavam no colégio ficaram alarmadas com a situação. A perícia técnica esteve na avenida e já liberou o trânsito. Imagens do circuito de segurança do Sion foram recolhidas pela polícia. Não foi confirmado se elas flagraram o crime. O caso foi encaminhado para o 77º DP (Santa Cecília).

