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Funcionária tranca criança de dois anos em 'jaula' dentro de escola e causa revolta

Funcionária tranca criança de dois anos em 'jaula' dentro de escola e causa revolta
Funcionária tranca criança de dois anos em 'jaula' dentro de escola e causa revolta

Uma criança de 2 anos e 9 meses foi flagrada aos prantos dentro de um tipo de jaula montada dentro da escola pública Centro de Educação Infantil (CEI) 7, no bairro de Santa Rosália, na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo.

A cena aconteceu no dia 25 de maio, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (22). A servidora responsável por colocar a criança no local foi afastada após o vídeo viralizar e causar revolta.

O vídeo mostra o aluno de “castigo”, exposto ao sol e trancado na jaula, bem perto de um contêiner de lixo. A vítima permaneceu no local por quase uma hora.O choro desesperado chamou a atenção de uma vizinha que acionou a prefeitura e o Conselho Tutelar.

A família da vítima se manifestou por meio de nota e disse que está tomando as devidas providências contra a servidora e a escola, confira na íntegra:

A assessoria jurídica da representante legal do menor, vem confirmar que os fatos expostos infelizmente ocorreram no interior do Centro de Educação Infantil (CEI) 7, no bairro Santa Rosália, em Sorocaba/SP e foram flagrados por uma moradora vizinha do local, que se incomodou com o choro alto, prolongado e desesperado da criança.

A criança que aparece no vídeo tem apenas 2 anos e 9 meses de idade e teria sido deixada no local por aproximadamente uma hora. O aluno só foi retirado dali quando a moradora, mencionada acima, tomou a iniciativa de resolver aquela situação e realizou a denúncia pessoalmente na Prefeitura Municipal, acionando logo em seguida o Conselho Tutelar. A mãe do menor, sem saber do ocorrido, foi buscar o filho normalmente naquele dia.

Assim que chegou foi abordada pela Diretora do CEI-7 e por um funcionário da Secretaria de Educação que, à princípio, expuseram o ocorrido, mas se negaram a apresentar as referidas imagens. Ainda sem entender exatamente o que havia acontecido, a mãe do menor foi em busca de maiores esclarecimentos procurando mais informações em torno da escola.

As imagens divulgadas pela imprensa hoje, só foram obtidas pela família dias depois dos fatos, após localizarem a vizinha que teria ajudado a criança. Todas as medidas respeitantes ao caso já estão sendo tomadas para evitar que outras crianças também possam passar pelo mesmo tipo de situação constrangedora e infeliz.

Esclarecemos que a família se resguardou no direito de se manifestar apenas perante as autoridades competentes à elucidação dos fatos, preservando a identidade da criança e de seus familiares, pois trata-se de um momento extremamente desconfortável e traumatizante para o menor e revoltante também para toda sua família”.

 

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