"Essa proposta é injustificável, porque não diferencia as práticas legais, adotadas pela imensa maioria dos produtores, das práticas ilegais desenvolvidas por uma minoria", disse, em nota, o presidente da Faesp.
"Temos um Código Florestal que é modelo para o mundo. Não é correto que a UE use um argumento que pode prejudicar a expressiva maioria de produtores que agem de maneira absolutamente correta."



