A prisão de Fabrício Queiroz continua ganhando novos elementos a todo instante. Nas últimas horas, a polícia descobriu que ele mantinha uma espécie de caderneta com informações sobre pessoas que poderia socorrê-lo no caso ele ficasse preso no Batalhão Especial Prisional (BEP).
Por conta disso, o chegar ao Rio de Janeiro, ele foi encaminhado imediatamente para o Complexo de Gericinó, em Bangu.
A ordem é que nos primeiros 15 dias de prisão, ele permaneça isolado por conta das medidas de segurança e combate a Covis-19.
Além de ser acusado de participar de um esquema de “rachadinhas”, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Queiroz também é apontado pela polícia por suposto envolvimento com milicianos no Rio.

