BRASÍLIA - No momento de sua , nesta quinta-feira, o coronel da reserva da PM teve um pico de glicemia e pressão alta e foi levado para um hospital em São Paulo. Os médicos que o acompanham recomendaram que ele não fosse preso naquele momento. Diante da situação, a Polícia Federal aguarda a estabilização do quadro para decidir se vai ouvir o coronel em sua residência ou na prisão.
O ex-coronel foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Albert Einstein, onde vai passar por exames.
Amigo pessoal de Temer, Lima é apontado como um dos intermediários de propina que supostamente seria paga ao presidente no caso do decreto de portos.
