A variante B.1.1.7, descoberta no Reino Unido no fim de 2020, pode ser a cepa mais letal, segundo um estudo publicado no The British Medical Journal.
Segundo um site Globo, a pesquisa diz que a mutação pode ser responsável por aumentar o risco de mortalidade, na média, em 64% na comparação com outras cepas do vírus, o que significa que uma pessoa infectada com a B.1.1.7 tem 64 vezes mais chances de morrer em relação a infectados com outras cepas.
Desde que foi encontrada no Reino Unido, a cepa já foi detectada em mais 100 países e tem 2 mutações em seu código genético.
Cientistas britânicos dizem que ela é entre 40% e 70% mais transmissível do que variantes do coronavírus em circulação que antes predominavam.



