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Doença rara de ossos em tecidos moles pode ser diagnosticada em bebês

Doença rara de ossos em tecidos moles pode ser diagnosticada em bebês
Doença rara de ossos em tecidos moles pode ser diagnosticada em bebês

Uma doença genética rara, que faz com que os tecidos moles do corpo — como ligamentos, tendões e músculos — fiquem duros, dificultando os movimentos corporais, em um processo chamado de ossificação.  O nome dela é FOP, Fibrodisplasia Ossificante Progressiva.

Nesta segunda-feira, o governo federal realizou uma cerimônia no Palácio do Planalto para ressaltar a importância do diagnóstico precoce da doença, que atinge um bebê a cada 1,4 milhão recém nascidos. Na ocasião, foi assinada uma portaria do Ministério da Saúde que institui 23 de abril como o dia de alerta para a Fibrodisplasia Ossificante Progressiva.

A secretária de Atenção Especializada à Saúde da pasta, Maíra Botelho, explicou quais são os sintomas de quem convive com a FOP.

Na cerimônia, o Ministério da Saúde também lançou um documento para qualificar profissionais da saúde de todo o país na identificação precoce da doença.

O ministro Marcelo Queiroga destacou que o governo precisa cuidar também das pessoas que são acometidas por doenças raras.

A Fibrodisplasia Ossificante Progressiva não tem cura, mas é possível que a criança diagnosticada precocemente seja acompanhada pelo pediatra e pelo ortopedista para aliviar os sintomas, melhorando a qualidade de vida.

O diagnóstico de FOP é simples, e pode ser feito somente com a observação do médico sobre a criança recém nascida.

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